O que são NCM e CEST e por que definem a tributação do produto?
A NCM tem oito dígitos e classifica a mercadoria; dela dependem alíquota de IPI, redução de base, benefícios e a exigência de atributos no Portal Único do Comércio Exterior. O CEST tem sete dígitos e identifica itens sujeitos a substituição tributária de ICMS. NCM incorreta é uma das principais causas de autuação e de erro no cálculo do ICMS-ST.
ncm
cest
ipi
substituição tributária
classificação fiscal
Como escolher o CFOP correto da operação?
O CFOP descreve a natureza da operação e começa por 1/2/3 nas entradas (dentro do estado, fora do estado, exterior) e por 5/6/7 nas saídas. Venda de mercadoria própria usa 5102 ou 6102; venda de produção própria, 5101 ou 6101; devolução de venda, 1202 ou 2202; remessa para conserto, 5915. O CFOP precisa ser coerente com o CST, o movimento de estoque e o CIAP.
cfop
operação
devolução
remessa
estoque
Qual a diferença entre CST e CSOSN de ICMS?
Empresas do regime normal usam CST de ICMS com origem da mercadoria mais dois dígitos: 00 tributado integralmente, 20 com redução de base, 40 isento, 41 não tributado, 60 ICMS cobrado anteriormente por substituição. Empresas do Simples Nacional usam CSOSN: 101 com permissão de crédito, 102 sem permissão, 500 ICMS cobrado anteriormente por ST.
cst
csosn
icms
simples nacional
crédito
Quando é devido o DIFAL nas vendas interestaduais?
Na venda interestadual para consumidor final não contribuinte, o DIFAL é a diferença entre a alíquota interna do estado de destino e a interestadual, recolhida ao destino pelo remetente. Para consumidor final contribuinte, o próprio destinatário apura a diferença. Vendas para revenda a contribuinte não geram DIFAL.
difal
interestadual
consumidor final
icms
partilha
Como funciona a substituição tributária de ICMS?
Na substituição tributária o industrial ou importador recolhe antecipadamente o ICMS de toda a cadeia. A base é formada pelo valor da operação com frete, seguro e IPI, acrescida da MVA prevista em convênio ou protocolo, e sobre ela aplica-se a alíquota interna do destino, deduzindo o ICMS próprio. O revendedor emite a nota com CST 60 ou CSOSN 500, sem novo débito.
icms-st
mva
protocolo
convênio
antecipação
Qual a diferença entre PIS/COFINS cumulativo e não cumulativo?
No regime cumulativo, típico do lucro presumido, as alíquotas são 0,65% de PIS e 3% de COFINS sem direito a crédito. No não cumulativo, do lucro real, são 1,65% e 7,6% com crédito sobre insumos, energia, fretes e aluguéis. Há ainda monofásico, alíquota zero e suspensão por NCM, que precisam ser configurados por produto.
pis
cofins
cumulativo
não cumulativo
monofásico
O que muda com a reforma tributária: CBS, IBS e Imposto Seletivo?
A CBS federal substitui PIS e COFINS, o IBS substitui ICMS e ISS, e o Imposto Seletivo incide sobre bens prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. O novo modelo é de crédito financeiro amplo, cobrança no destino e não cumulatividade plena, com transição em que os tributos atuais e os novos convivem. Na Conexa é possível operar em modo paralelo, calculando os dois modelos na mesma nota para comparar carga tributária antes da virada.
reforma tributária
cbs
ibs
imposto seletivo
transição
O que é crédito presumido e redução de base de cálculo?
Crédito presumido é um valor de crédito concedido por lei estadual ou federal em substituição ao crédito real, reduzindo o imposto a pagar. A redução de base diminui o valor sobre o qual a alíquota é aplicada. Ambos exigem base legal citada na nota e devem ser cadastrados como regra fiscal por produto, operação e UF, com vigência.
crédito presumido
redução de base
benefício fiscal
vigência
Como montar regras fiscais por produto, operação e estado?
Uma regra fiscal combina NCM ou produto, CFOP, UF de origem e destino, tipo de contribuinte e regime, definindo CST/CSOSN, alíquotas de ICMS, IPI, PIS, COFINS, MVA e benefícios com data de vigência. A Conexa aplica a regra mais específica encontrada no momento do faturamento, guarda o histórico do cálculo e permite revisar cada nota antes da transmissão.
regra fiscal
tributação
faturamento
vigência
conexa
Quais obrigações usam esses dados: SPED Fiscal, EFD Contribuições e inventário?
O SPED Fiscal (EFD ICMS/IPI) recebe as notas, o registro de inventário no Bloco H e o controle de produção no Bloco K. A EFD Contribuições recebe PIS e COFINS. Divergência entre estoque contábil e inventário, CST inconsistente ou NCM inválida geram advertências na validação, por isso o fechamento mensal de estoque e o Kardex precisam estar conciliados.
sped
efd
bloco h
bloco k
inventário